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Arauco, Suzano e Fibria estudam fazer ofertas pela Eldorado

CELULOSA BRASIL03Arauco, Suzano e Fibria estudam fazer ofertas pela Eldorado 

Los Produtores de celulose hacen Brasil e de outros países est ã o se posicionando párrafo apresentar à J*F Investimentos ofertas pela Eldorado Brasil, produtora de celulose hacen grupo, apurou o Valor. Un chilena Arauco contratou o párrafo de Santander auxiliá-la na possível compra e, de acordo com uma fonte, já estaria analisando o ativo. Un Suzano Papel e Celulose concedeu o mandato un dois grandes bancos brasileiros.

Un Votorantim, controladora da Fibria, também tem interesse, embora preço e detalhes hace acordo de leniência firmado pela J*F possam ser empecilhos un uma oferta vinculante, segundo fontes. O grupo já conta com un assessoria hacen a banco Morgan Stanley.

Por Vanessa Adachi, Stella Fontes e Ivo Ribeiro 

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Fibria recebe peça gigante de 126 toneladas para o projeto Horizonte 2

fibria escritorioFibria recebe peça gigante de 126 toneladas para o projeto Horizonte 2

Chegará nos próximos dias em Três Lagoas - cidade localizada a 338 km de Campo Grande- a última grande peça do projeto Horizonte 2, da Fibria. É o tambor lavador de celulose, chamados pelos engenheiros de DDW (Drum Displacer Washer), é o maior do mundo, segundo informa a Fibria.

A peça gigante tem 5,5 metros de diâmetro e 10 de comprimento, tendo sido construída na Finlândia, país nórdico, no norte da Europa. O tambor "lava" a polpa da celulose após os estágios de cozimento e depuração.

Para construir o maior tambor de filtro lavador de celulose do mundo, foram necessários oito meses. E,para chegar em Três Lagoas, entrado no Brasil pelo do Porto de Vitória (ES), precisará percorrer 45 dias de viagem e 2.650 km sendo transportado em carretas até as obras do Horizonte 2.

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Eldorado e JBS são suspeitas de pagar R$ 10 mi em propina no MS, diz investigação

ElDorado ACriticaOperação Lama Asfáltica
Eldorado e JBS são suspeitas de pagar R$ 10 mi em propina no MS, diz investigação

A Eldorado Celulose e a JBS, empresas controladas pela holding J&F, são suspeitas de envolvimento em esquema para obter incentivos fiscais por parte do governo do Estado do Mato Grosso do Sul. A informação foi confirmada ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, pelo delegado regional da Polícia Federal, Cleo Mazzoti, e pelo superintendente da Controladoria Regional de Mato Grosso do Sul, José Paulo Barbieri, ambos à frente das investigações.

Na manhã de quinta-feira (11), a sede da Eldorado, em Três Lagoas (MS), foi alvo de busca e apreensão de documentos da 4ª fase da Operação Lama Asfáltica, intitulada Operação Máquina de Lama e deflagrada pela Receita Federal, Polícia Federal, Ministério Público Federal e Controladoria-Geral da União (CGU).


De acordo com as investigações, a Eldorado e a JBS teriam pago ao todo, em 2014, cerca de R$ 10 milhões em propina a um grupo criminoso, formado por servidores públicos do governo do Mato Grosso do Sul, que concedia, em troca, isenções fiscais às empresas. A Eldorado e a JBS estariam envolvidas em um esquema de corrupção que reunia empreiteiras e duas empresas locatárias de máquinas de obra rodoviária, de acordo com o delegado Mazzoti.

As locatárias Proteco Construções e ASE Participações alugavam maquinário para construção de rodovias a algumas empreiteiras, que fraudavam as licitações. Ainda segundo as análises dos agentes investigativos, os contratos eram superfaturados: identificou-se que o número de máquinas contratadas foi superior ao necessário para a realização das obras. Também foi verificado que o maquinário era subutilizado, o que deu margem para a Polícia Federal e a CGU alegarem que havia desvios de verba pública (cerca de R$ 125 milhões desviados pelas empreiteiras).

A Eldorado e a JBS, mesmo não tendo nenhuma relação com as obras rodoviárias, também teriam participado do esquema, com contratos fictícios de aluguel de máquinas de construção rodoviária para, especificamente, obterem isenção fiscal. Cerca de 20% do montante retido com os alívios tributários teriam sido pagos aos servidores públicos do Governo do Estado do Mato Grosso como propina.

"As investigações começaram com os desvios nas obras públicas. Depois, com análise dos inúmeros contratos, vimos que havia o viés de isenção tributária de algumas empresas como Eldorado e JBS. O fato de elas não terem nenhum negócio nas obras rodoviárias e nenhuma relação com o maquinário chamou atenção e abriu caminhos para a suspeita de fraude nos contratos e pagamento de propina", afirma Barbieri, da CGU do Mato Grosso do Sul.

Mazzoti diz que a ação da Operação Máquinas de Lama, quinta-feira, na sede da Eldorado, em Três Lagoas, envolveu apenas a busca e apreensão de documentos para o andamento de novas investigações do esquema de pagamento de propinas em troca de isenção fiscal. Nenhum executivo das empresas da holding J&F foi citado.

A produtora de celulose do grupo J&F confirmou que a Polícia Federal realizou busca e apreensão em suas dependências, disse estar segura de que a questão será esclarecida e afirma que todas as suas atividades são realizadas dentro da legalidade. "A empresa se mantém à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais", disse, por meio de nota.

BONDE - BRASIL 09 junio 2017

Celulosa marca mayor avance semanal desde 2010, pero precio podría caer en el segundo semestre

celulosa graficaCelulosa marca mayor avance semanal desde 2010, pero precio podría caer en el segundo semestre

Desde Morgan Stanley están sobreponderando las acciones brasileñas de celulosa: la favorita es Fibria.

Mariana Marusic
La celulosa lleva un rally silencioso. Reflejo de ello es lo que ocurrió ayer: la de fibra larga marcó su mayor avance semanal (+2,24%) desde el 13 de abril de 2010 tras cerrar en US$879,45 la tonelada, su precio más alto desde el 31 de marzo de 2015, acumulando un avance de 8,73% en lo que va del año.

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La forestal norteamericana Weyerhaeuser vendió sus operaciones en Uruguay a un grupo brasileño por US$ 402,5 millones

Weyerhaeuser 2 La forestal norteamericana Weyerhaeuser vendió sus operaciones en Uruguay a un grupo brasileño por US$ 402,5 millones

Así lo confirmó la compañía a través de su sitio web oficial. El proceso de compra finalizará en el cuarto trimestre de 2017 con el consorcio liderado por Timberland Investment Group (TIG) de BTG Pactual, un banco de inversión brasileño especializado en capital inversión y riesgo, además de administración de fondos patrimoniales y gubernamentales. La venta incluye más 120.000 hectáreas de bosques maderables -de las cuales 65.000 son forestadas- , así como una planta de fabricación de madera contrachapada y chapa, para construcción de casas y muebles.

La compañía forestal Weyerhaeuser concretó la venta de sus operaciones en Uruguay por un monto algo superior a los US$ 402 millones en efectivo, informó hoy la empresa en su portal web.

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Forestal estadounidense Weyerhaeuser venderá su negocio en Uruguay por USD 402,5 millones

bosquearchivoForestal estadounidense Weyerhaeuser venderá su negocio en Uruguay por USD 402,5 millones

Forestal estadounidense Weyerhaeuser venderá su negocio en Uruguay por USD 402,5 millones
Montevideo.-La empresa estadounidense forestal Weyerhaeuser venderá su negocio de madera y manufactura en Uruguay un consorcio liderado por Grupo de Inversión de Terreno maderero (TIG) del brasileño BTG Pactual, entre otros, por 402,5 millones de dólares en efectivo, anunció hoy la compañía en un comunicado.

La transacción incluirá 120.000 hectáreas de bosque situados noreste en el-y centro-norte del país, una planta de fabricación de madera contrachapada y chapa, una instalación de cogeneración y un vivero de plántulas. Los Asimismo, la compañía anticipó que 'incurrirá en impuestos mínimos junto engañan la transacción'.

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